Índices da Poesia de Jorge de Sena – 15: Sequências

Finalizando a série de Índices da Poesia de Jorge de Sena, apresentamos os títulos, primeiros versos e datas de Sequências, volume publicado postumamente, em 1980.

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 Título —– “Primeiro Verso” —– Data

 

I —INVENÇÕES «AU GOÛT DU JOUR»
Uma estrofe de Camões — “Alma minha gentil” — 18/1/70
Outra estrofe de Camões — “Erros meus má fortuna amor ardente” — 1970
Sobre um verso de Sophia de Mello Breyner — “Nunca mais servirei senhor que possa morrer” — 8/1/70
Sobre uma estrofe de Jorge de Sena — “Em Creta” — 18/1/70
Sá Soares de Miranda de Passos — “O sol é grande caem co’a alma as aves” — 18/1/70
Um verso de Bocage — “Saiba morrer o que viver não soube” — 18/1/70
Poema tirado de um poema de Ruy Cinatti — “Gritam todos venham” — 18/1/70
Poema concreto com uma estrofe de Echevarria — “Mão Deus fluvial” — 18/1/70
Poema sobre o começo do poema de J. C. de Melo Neto, chamado poema — “A tinta e a lápis escrevem-se todos os versos do mundo” — 18/1/70
Poema desentranhado de um poema de Manuel Bandeira — “Um gatinho faz pipi” — 18/1/70
Glosa de dois versos de C. D. de Andrade e mais um — “Preso vou” — 18/1/70
Glosa de um verso de Melo e Castro — “A força fere a face” — 18/1/70
Sobre uma estrofe de Maria Teresa Horta — “O grito que em tristeza” — 18/1/70
Glosa de um verso de Cristóvão Pavia — “Levanta-se da rocha a flor esmagada” — 18/1/70
Sobre um poema de M. S. Lourenço e uma espígrafe de Luciano — “Vamos…” — 18/1/70
Fuga sobre uma estrofe de Gastão Cruz — “Que farei no Outono quando ardem” — 18/1/70
Poema sobre um poema de Eugénio de Andrade — “No teu rosto começa a madrugada” — 18/1/70
Envoi — “Cucu” — 19/1/70
Sobre quatro versos de Álvaro de Brito Pestana, no Cancioneiro Geral — “Sem amizade” — 1/70
Vilancete sobre o poema «Ensina a cair» de Luísa Neto Jorge — “Ensina a cair” — 4/2/70
Écloga Lusitana — “Cabra” — 6/2/70
Breve história sócio-cultural da nação, incluindo um anglicanismo — “D. Tareja fundou” — 6/2/70
Invenção sobre a 4.” série das «Líricas Portuguesas» — “Belo belo poema” — 2/70
Ó-papa-o-pipo-apupo — “PAPA” — 14/7/70
«Contestários…» — “Contestatários” — 2/12/71

 

II —LOUVAÇÕES DAS LÍNGUAS E DAS NAÇÕES
Em louvor do Brasil — “Tal pai tal filho” — 7/12/70
Em louvor da boa linguagem — “Lendo asnos do seu tempo” — 7/12/70
Em louvor da Irlanda — “Embebedados pela Inglaterra, capados” — 7/12/70
Em louvor da língua portuguesa — “Tão forte e tão hipócrita que até” — 7/12/70
Em louvor da Itália — “Roma, Veneza, Florença, Nápoles, Spaghetti” — 7/12/70
Em louvor da França — “A maior glória de países como a França” — 7/12/70
Em louvor da Inglaterra — “Escota, céltica, saxona, e escandinávea” — 7/12/70
Em louvor da Alemanha — “Imperiais, burgueses, grosseria” — 7/12/70
Em louvor da Espanha … — “Há ou não há? E o vício solitário” — 7/12/70

 

III —TRÊS EPITÁFIOS IBÉRICOS
Epitáfio de Idanha-a-Velha — “Ainda jovem eu, Anceito, filho” — 30/8/74
Epitáfio de Arellano, Navarra — “Ó Apenino Júpiter, que sempre” — 30/8/74
Epitáfio de Beja — “Quem quer que sejas, caminhante, quando” — 30/8/74

 

IV — CICLO DA BRETANHA
Calvários — “Calvários de Bretanha são cruzeiros” — 9/10/74
Nantes — “Cidade de Setecentos fria e recta” — 9/10/74
De Quimper a Bénodet — “De Quimper, com suas pontes” — 9/10/74
Vannes — “Desta cidade — velho porto” — 5/10/74
Mont Saint-Michel — “Piramidal e pétrea, cor de aurora” — 9/10/74
St. Malo — “Reconstituída toda em compromisso” — 1/10/74
Auray, com St. Goustan na outra margem — “Sant’Ana d’Auray, Santana” — 9/10/74

 

V — CICLO «CLÁSSICOS»
Hecatombe — “Como o nome indica não era senão o sacrifício” — 1/12/74
Efebos — “Eram na Grécia todos os jovens entre” — 1/12/74
Firmino Materno — “Há dois, e para mais contemporâneos” — 1/12/74
Polidoro — “Há vários. Um foi bisavô de Édipo.” — 1/12/74
Ovação — “Hoje é muito corrente quando as pessoas” — 2/12/74
Hieroscopia — “Não era medicina, nem coisa de raio X” — 1/12/74
Apoteose — “Não era o final do acto das revistas” –1/12/74
Aracne — “O nome quer dizer aranha como toda a gente” — 1/12/74
Aqualício — “Quando ainda hoje se fazem preces” — 1/12/74
Sótades, poeta grego — “Sótades, poeta grego, era de origem trácia” — 1/12/74
Styx — “A filha mais velha de Oceano e Téthis” — 2/12/74
Alcmena — “Esposa de Anfitrião cuja imagem Zeus” — 2/12/74
Laodâmia — “Filha de Acasto, esposa” — 2/12/74
Festa dos tolos — “Havia em Roma uma stultorum feria” — 2/12/74
Anquises — “Membro da família real de Tróia” — 2/12/74

 

VI — AMÉRICA, AMÉRICA, I LOVE YOU
A valsa da democracia — “Instalada a justiça, distribuída equitativamente a liberdade” — 1961
Ray Charles — “Cego e negro, quem mais americano?” 15/3/64
Os germes — “Foram à lua desinfectados” — 12/8/69
Capote anglaise: french letter — “Neste Estado os contraceptivos são todos proibidos” — 12/8/69
Hino dos cocos — “Nós os Cocos” — 12/8/69
Cidadão — “O emigrante chegou” — 12/8/69
Inocência — “No pórtico da casa, entre os lilases” — 12/8/69
Sabedoria — “Tarde da noite, o “party” terminava — 12/8/69
Pavloviana ou os reflexos condicionais — “Parqueavam o carro à porta dela” — 12/8/69
Doença urgente — “Sentes uma dor?” — 12/8/69
Marido e mulher — “Sofriam terrivelmente. Porque” — 13/10/69
Cadastrado — “Uma vez, aos sete anos” — 12/8/69
“Um enterro…” — “Um enterro é das coisas mais caras” — 12/8/69
“É impossível discutir…” — “É impossível discutir seja o que for” — 13/10/69
Do it your self — “Não há quem faça um pequeno serviço” — 13/10/69
Obsolescência — “Nada é feito para durar. Um automóvel” — 13/10/69
“Ser tratado pelo nome…” — “Ser tratado pelo nome, com calor de afecto” — 13/10/69
Os prazeres da juventude — “Ao fim de 24 jogos perdidos” — 13/10/69
O culto da virgindade — “Aquela já fodeu com os rapazes todos.” — 13/10/69
As peúgas — “Depois que o party acabara e foram saindo todos” — 13/10/69
Mens sana in corpore sano — “Discretamente, os companheiros de quarto” — 13/10/69
O correio — “O correio, com um carrinho, transporta dezenas de cartas” — 13/10/69
“Pelo buraco aberto pacientemente…” — “Pelo buraco aberto pacientemente por antecessores curiosos” — 13/10/69
A torre e a metralhadora ou Freud na prática — “Era um bom menino” — 1/70
“Uma vez numa festa…” — “Uma vez numa festa convinha sair” — 1/70
A vida e a morte como investimento segundo as áreas geográficas — “O menino ia de bicicleta pela rua” — 1/70
O velho que não gostava de gatos — “O velho meu vizinho odeia gatos” — 28/5/70
O direito sagrado — “Com a barriga a sair das calças descaídas” — 20/5/70

Índices da Poesia de Jorge de Sena – 14: Quarenta Anos de Servidão (partes IV, V e VI)

Continuando a série de Índices da Poesia de Jorge de Sena, apresentamos os títulos, primeiros versos e datas de composição dos poemas escritos entre 1951 e 1972, que compõem as partes IV, V e VI de Quarenta Anos de Servidão, publicado em 1979.

 
 

Título —– “Primeiro Verso” —– Data

 

IV – Tempo de Fidelidade (1951-1958)
“Tudo é tão caro!” — “Tudo é tão caro!” — 27/5/1951
“Interrogarei as almas infernais” — “Nas devassadas horas do silêncio” — 4/8/1951
Ode a Alberto de Lacerda — “Ao longe, entre palmares e brumas” — 2/9/1951
Natal de 1951 — “No silêncio da noite que ruídos cortam” — 24/12/1951
“Quisera adormecer” — “Quisera adormecer” — 8/4/1953
“Drummond fazendeiro…” — “Drummond, fazendeiro” — 8/2/1955
Duas cantigas de Camões na mesa pé de galo — “De penas do perdigão” — 13/3/1956

 

V – Tempo de Peregrinatio ad loca infecta (1959-1969)
Nas terras de além do mar” — “Nas terras de além do mar” — 22/8/1959
No casto promontório…” — “No casto promontório dos teus seios” — 2/2/1960
“Esta missão de coroar” — “Esta missão de coroar” — 21/2/1960
Nudez — “Coisas do mundo, que, por tão tranquilo” — 24/3/1960
A Portugal — “Esta é a ditosa pátria minha amada. Não.” — 6/12/1961
Por este anoitecer…” — “Por este anoitecer, o ano acaba.” — 31/12/1961
Nel mezzo del camin…” — “Quarenta e dois… Provavelmente já” — 30/1/1962
Requiem para o mundo perdido — “É noite, eu sei. Mas como é tanta a noite” — 10/11/1962
Dedicatória — “Amigos meus: de que metamorfoses” — 11/1/1963
Lamento de um pai de família — “Como pode um homem carregado de filhos…” — 15/6/1964
Elogio da vida monástica — “Outrora, uma pessoa retirava-se do mundo” — 26/9/1965
Não posso desesperar da humanidade” — “Não posso desesperar da humanidade. E como” — 30/10/1965
Se — “É como se sentisse que a vida me foge. É como se” — 2/1/1966
“Rimam e desrimam” — “Rimam e desrimam” — 13/4/1968
“Nada do mundo…” — “Nada do mundo me é segredo ainda” — 6/9/1969
Sobre uma antologia lírica do natal — “Dos céus à Terra desce a mor Beleza” — 12/1969

 

VI – Tempo de Exorcismos (1970-1972)
Veneza — “Triste. Uma ruína de fachadas ocas” — 20/1/1970
Hino de 1o. de abril — “Os milicos milicazes” — 1/4/1970
“Aos cinquenta anos…” — “Aos cinquenta anos sou um ser perplexo” — 15/6/1970
“A humanidade é sempre a mesma…” — “A humanidade é sempre a mesma, sim.” — 2/2/1971
“Tão complicados…” — “Tão complicados reformais linguagens” — 27/5/1971
Dístico — “De uma palavra sei que tem sentido” — 13/6/1971
Roma no verão — “Como é que os papas, os cardeais, toda essa tropa” — 23/6/1971
Exorcismos — “Ó cães da morte, que me uivais, mordeis!” — 16/12/1971
Envoi — “Depois de morto, o quê? Queimado, não.” — 18/12/1971
Afrodite? Não — “Aderga de agastura atabafada” — 1971
Paráfrase de Melina Mercouri — “Nasci português e morrerei português” — 24/9/1971
Nota a uma paráfrase — “Esclareça-se: uma coisa é literatura” — 20/1/1972
“Deixem-se de fingir…” — “Deixem-se de fingir de heróis da esquerda” — 15/1/1972
“Estava a Silvana, coitada” — “Estava a Silvana, coitada” — 26/5/1972
A Drummond quando fizer setenta anos — “Mistral (Gabriela) Asturias (Miguel Ângelo)” — 30/10/1972

Índices da Poesia de Jorge de Sena – 13: Quarenta Anos de Servidão (partes I, II e III)

Continuando a série de Índices da Poesia de Jorge de Sena, apresentamos os títulos, primeiros versos e datas de composição dos poemas escritos entre 1938 e 1950, que compõem as partes I, II e III de Quarenta Anos de Servidão, publicado em 1979.

 

 

Título —– “Primeiro Verso” —– Data

 

I – Tempo de Perseguição (1938-1942)
Variações sobre cantares de D. Dinis — “Ramo verde florido” — 17/05/1938
Dístico — “O viver que grita muito não diz nada” — 08/07/1938
Morte… — “Quando morrer” — 14/09/1938
Cegueira — “As pernas vão vergando de cansadas…” — 16/09/1938
Agonia — “Saber que a morte vem… preparar tudo” — 20/12/1938
Dissociação — “Aqueles olhos segredando de amor” — 17/01/1939
Nevoeiro — “O nevoeiro / rodeou o teu vulto negro” — 04/02/1939
Mastros — “Andou em ti o teu amor por mim” — 25/04/1939
Nau — “Ondeiam lanternins de marear” — 24/06/1939
Ciclo — “Tu crês no céu azul? No céu rasgado” — 03/08/1939
Contraponto — “Nós, aqueles poetas exigentes” — 27/02/1941
Hospício — “Ficar será malícia, cântico ou desprezo” — 02/01/1942
Jornal — “O arame farpado empresta-lhes penumbra” — 11/03/1942
Um Jogo — “Na brancura firme das plataformas tranquilas” — 26/04/1941-1942
Ode a Ricardo Reis — “Rosas raquitas te of’reço, poeta” — 08/04/1942-1947
Para eu murmurar à hora da morte — “Sempre que alguém morreu à minha beira” — 03/06/1942
Poema Apócrifo de Alberto Caeiro — “Não quero este menino que desce do céu…” — 17/07/1942

 

II – Tempo de Coroa da Terra (1943-1944)
Soneto Antigo — “Na linha branca o vento volteava” — 28/01/1940 – 06/02/1943
Dois Sonetos — “Ó meus amigos poetas portugueses!” — 23-25/12/1943
Soneto Incompleto — “Como foi, meu amor, que não nasceste” — 28/3/1944
Sacrifício da Imortalidade — “A minha voz, quando estiver tão longe” — 12/06/1944
“Sempre tão longe o apelo dos que sofrem” — 26/06/1944
Ode aos livros que não posso comprar — “Hoje, fiz uma lista de livros” — 27/06/1944
“Assim como o Sol não corre pelo céu” — 05/12/1944

 

III – Tempo de Pedra Filosofal (1945-1950)
Meditação junto a uma obra gigantesca — “Deste cansaço imenso…” — 04/12/1946
“Nunca ninguém ao certo nos conhece” — 06/02/1948
“Poeta: se teus anos contas” — 04/07/1948
Ode à Beira-Nada — “Eu leio estes poetas com imensa amargura” — 20/07/1948
O Véu Nada Inconsútil — “A vida… Sabeis como se perde o delicado véu” — 26/07/1948
À Memória de J. P. Jacobsen — “Levanto os olhos de Niels Lyhns…” — 14/08/1949
Auto-Epitáfio de Gomes Leal — “Nem nu, nem vestido” — 29/06/1944-1949
“Quando o mundo inteiro está em nossa alma” — 10/09/1950

Índices da Poesia de Jorge de Sena – 12: Sobre esta praia… Oito Meditações à beira do Pacífico, 1977

Continuando a série de Índices da Poesia de Jorge de Sena, apresentamos os títulos, primeiros versos e datas de composição dos poemas de Sobre esta praia… Oito Meditações à beira do Pacífico, publicado em 1977 e, desde 1978, incluído no volume Poesia III. O conjunto de poemas também já foi publicado na íntegra aqui no Ler Jorge de Sena, na seção de antologias poéticas.

 

 

Título —– “Primeiro Verso” —– Data

I – “Sobre esta praia me inclino” – 27/9/1972
II – “Pergunto-me a mim mesmo — tão curioso” – 4/10/1972
III – “Sobre estas águas a que luz de inverno” – 6/10/1972
IV – “Escurobscuro cendriplúmbeo e vento” – 7/10/1972
V – “Ansiosamente que o sol nasça espero” – 10/10/1972
VI – “Como de outrora deuses pelas praias” – 23/10/1972
VII – “Não sonharei da névoa cobre os montes” – 24/10/1972
VIII – “Um fósforo lançado ao chão do estio seco” – 6/12/1972

Índices da Poesia de Jorge de Sena – 11: Conheço o Sal… e outros poemas, 1974

Continuando a série de Índices da Poesia de Jorge de Sena, apresentamos os títulos, primeiros versos e datas de composição dos poemas de Conheço o Sal… e outros poemas, publicado em 1974 e, desde 1978, incluído no volume Poesia III. Os títulos assinalados em azul contêm links para os poemas já publicados nas antologias do site.

 

Título —– “Primeiro Verso” —– Data

Post-mortem – “Dos braços que não pousam sobre os ombros” – 30/01/1972
Narciso – “De n’água contemplar-se onde se vê Narciso” – 9/7/1970
“Da luz que se esvazia…” – “Da luz que se esvazia coisas vultos” – 2/8/1970
“Si Jeunesse Savait…” – “De um outro lar ou pátria ou céu ou nada” – 2/6/1971
Nocturno de Londres – “Não sei, amor, se dado nos será” – 11/6/71
“Intriga-me o teu corpo…” – “Intriga-me o teu corpo. Harmonioso” – 5/1/1972
“Essas pernas que marcham…” – “Essas pernas que marcham e se juntam” – 13/4/1972
Lendo uma referência à morte de Manuel de Castro, no “Diário” de Palma-Ferreira – “Por acaso descubro que este jovem poeta” – 17/6/1972
Ao Carlo Vittorio Cattaneo – “Poeta – invejo a tua juventude” – 24/6/1972
Aves na Baía de Luanda – “Cegonhas? São marinhas e se pousam” – 4/8/1972
Café cheio de militares em Luanda – “O jovem Don Juan de braço ao peito” – 4/8/1972
Foi há cem anos em Angola – “MInha avó subia de tipóia” – 5/8/1972
Senhora da Nazaré em Luanda – “Em 1664, o governador destes reinos” – 5/8/1972
Na Igreja dos Jesuítas em Luanda – “Conversa a negra no recanto em sombra” – 24/8/1972
Raízes – “Raízes? Nem mesmo todas as plantas têm” – 25/8/1972
À Memória de Adolfo Casais Monteiro – “Como se morre, Adolfo? Tu morreste” – 26/8/1972
Diálogo Místico – “S. João da Cruz a Santa Teresa” – 29/8/1972
Garcilaso em Toledo – “Doña Amelia Rodríguez em Toledo” – 3/9/1972
“Amor, saudades tenho…” – “Amor, saudades tenho desta vida” – 3/9/1972
Nocturno – “Na sombra em que se agitam da alameda” – 22/9/1972
Madrugada – “Há que deixar no mundo as ervas e a tristeza” – 4/9/1972
Crítica dos “topoi” – “Vozes que pousam, passam, se modulam” – 27/9/1972
Endechas – “Mudar que mude” – 4/10/1972
Filmes Pornográficos – “Estes que não actores se alugam para filmes” – 13/10/1972
Atenas – “Também na Grécia eu. Custou mas foi.” – 9/10/1972
O Dáimon – “Mandelstamm, Akhmatova e Rilke” – 7/11/1972
“Despir alguém…” – “Despir alguém peça por peça? Não.” – 8/11/1972
Mãos de Amor – “Que mãos de amor me queiram quero mais as minhas” – 2-5/12/1972
“Diz-me, silêncio…” – “Diz-me, silêncio, em ruídos permanentes” – 6/12/1972
“Deste sono mortal…” – “Deste sono mortal que me dilui a vida” – 8/12/1972
Memória de Granada – “Pairam repuxos gorgolejam estuques” – 8/12/1972
S’Hertogenbosch – “Cidade albina a catedral dourados” – 8/12/1972
Antuérpia – “Na catedral o Cristo faleceu atlético” – 9/12/1972
Anderlecht – “Nesta casa de um cónego hóspede peregrino” – 9/12/1972
Madrigal de Las Altas Torres – “Cresceu aqui católica Isabel” – 12/12/1972
“Quando penso…” – “Quando penso que há mais de trinta anos que publico poemas” – 24/12/1972
Do Maneirismo ao Barroco – “Faustus infaustus Don Quixote Pança” – 30/12/1972
“Estão podres as palavras…” – “Estão podres as palavras – de passarem” – 30/12/1972
Lira – “Que vida não me queixo deste mundo” – 16/1/1973
O Hermafrodito do Museu do Prado – “Do deus que as almas aos infernos leva” – 18/1/1973
A Dionísio Ridruejo – “Poetas disseram: escrever nas águas” – 23/1/1973
“Quando o poeta…” – “Quando o poeta se dizia perdido no meio do caminho” – 5/2/1973
Certos ratos do Ártico – “De dois em dois anos estes ratos do Ártico” – 15/3/1973
De Glasgow a Londres – “Britânicos carneiros se passeiam plácidos” – 23/2/1973
Terras de Escócia – “Estas gaivotas que da Escócia em terra” – 1/3/1973
Meditação linguística com Maria Stuart – “Passo o palácio de Holyrood e a roca” – 1/3/1973
Crepúsculo ao Sul de York – “Azul pardo e laranja tão de quietas nuvens” – 1/3/1973
No comboio de Edimburgo a Londres – “Que coisas se fariam – tão de seios” – 1/3/1973
Gregynog Hall – “Do parque por colinas a verdura desce” – 5/3/1973
“Tu és a terra…” – “Tu és a terra em que pouso.” – 15/3/1973
“Clareia o céu de chuva…” – “Clareia o céu de chuva, que anoitece” – 16/1/1973
“Conheço o Sal…” – “Conheço o sal da tua pele seca” – 16/1/1973

Índices da Poesia de Jorge de Sena – 7: Metamorfoses, 1963

 

Continuando a série de Índices da Poesia de Jorge de Sena, apresentamos os títulos, primeiros versos e datas de composição dos poemas de um dos mais conhecidos livros de Jorge de Sena: Metamorfoses, publicado em 1963 e incluído em Poesia II desde 1978 (com o acréscimo do poema “Dançarino de Brunei”, escrito em 1974). Os títulos assinalados em azul são links para poemas já publicados nas antologias e estudos do site.

 

Título —– “Primeiro Verso” —– Data de escritura

Ante-Metamorfose:

Metamorfose – “Ao pé dos cardos sobre a areia fina” – 6/2/1958 [Do livro Fidelidade]

Metamorfoses:

  • Gazela da Ibéria – “Suspensa nas três patas, porque se perdeu” – 8/4/1961
  • Deméter – “É um monstro em pregas vastas, sem cabeça” – 8/1/1963
  • Cabecinha Romana de Milreu – “Esta cabeça evanescente e aguda” – 12/1/1963
  • Artemidoro – “A tua múmia está no Museu Britânico” – 28/4/1959
  • Mesquita de Córdova – “Haviam sido os fustes de pequenos bosques” – 8/1/1963
  • A Nave de Alcobaça – “Vazia, vertical, de pedra branca e fria” – 27/11/1962
  • Pietà de Avignon – “Como um dourado fulvo a dor dos tempos pousa” – 22/12/1960
  • Céfalo e Prócris – “Do deus da lira e dos ladrões, do psicopompos” – 9/3/1961
  • Retrato de um Desconhecido – “Fita-nos, como o pintor pensou” – 28/8/1958
  • Camões Dirige-se aos seus Contemporâneos – “Podereis roubar-me tudo” – 11/6/1961
  • “Eleonora di Toledo, Granduchessa di Toscana”, de Bronzino – “Pomposa e digna, oficialmente séria” – 6/6/1959
  • “A Morta”, de Rembrandt – “Morta. Apenas morta. Nada mais que morta.” – 12/5/1959
  • “O Balouço”, de Fragonard – “Como balouça pelos ares no espaço” – 8/4/1961
  • Turner – “No silêncio da névoa em que os ruídos passam” – 19-20/6/1959
  • A Cadeira Amarela”, de Van Gogh – “No chão de tijoleira uma cadeira rústica” – 21/5/59
  • “Ofélia”, de Fernando Azevedo – “Vermelha chama de amarelos laivos” – 20/6/1959
  • Carta a Meus Filhos Sobre os Fuzilamentos de Goya – “Não sei, meus filhos, que mundo será o vosso” – 25/6/1959
  • A Máscara do Poeta – “Fechaste os olhos como para a morte” – 6/6/1959
  • Dançarino de Brunei – “Em fortes linhas de contorno suave” – 19/1/1974
  • A Morte, o Espaço, a Eternidade – “De morte natural nunca ninguém morreu” – 1/4/61

Post-Metamorfose:

  • Variação Primeira – “Ao sol ardente, ao mar azul, ao vento que” – 2/5/1959
  • Variação Segunda – “Cariátide retensa que o teu corpo é” – 7/3/1962

Quatro Sonetos a Afrodite Anadiómena:

  • I – Pandemos – “Dentífona apriuna a veste iguana” – 6/5/1961
  • II – Anósia – “Que marinais sob tão pora luva” – 6/5/1961
  • III – Urânia – “Purília amancivalva emergidanto” – 14/5/1961
  • IV – Amátia – “Timbórica, morfia, ó persefessa” – 20/6/1961

Índices da Poesia de Jorge de Sena – 8: Arte de Música, 1968

Continuando a série de Índices da Poesia de Jorge de Sena, apresentamos os títulos, primeiros versos e datas de composição dos poemas de Arte de Música, publicado em 1968 e incluído em Poesia II desde 1978 (com o acréscimo dos poemas “Pobre Brückner”, de 1971, “Boris Godunov”, “Erik Satie para Piano” e “Ouvindo o “Sócrates” de Satie”, escritos em 1972,”A Criação, de Haydn”, “Mozart: Andante do Trio K 496”, “A Última Música de Liszt para Piano” e “Final da ‘Valquíria'” escritos em 1973, e “Canções de Schubert sobre Textos de Wilhelm Müller” e “Marcha Fúnebre de Siegfried, do ‘Crepúsculo dos Deuses'”, escritos em 1974). Os títulos assinalados em azul são links para poemas já publicados nas antologias e estudos do site.

 

Título —– “Primeiro Verso” —– Data de escritura

  • “La Cathédrale Engloutie”, de Debussy – “Creio que nunca perdoarei o que me fez esta música”-31/12/64
  • Ouvindo Canções de Dowland – “Desta música não ouço mais do que a“ – 29/12/1960
  • Prelúdios e Fugas de J. S. Bach, para Órgão – “Esta conversa harmónica que inventa” – 19/12/1964
  • Concerto “Brandenburguês” No. 1, em Fá Menor, de J. S. Bach – 4/5/1963
  • Bach: Variações Goldberg – “A música é só música, eu sei. Não há” – 9/1/1966
  • Water Music, de Händel – “Sobre o rio descem” – 16/3/1964
  • Wanda Landowska Tocando Sonatas de Domenico Scarlatti – “Ouço-a tocar estas sonatas” – 7/4/64
  • Ainda as Sonatas de Doménico Scarlatti, para Cravo – “Nesta percussão tecladamente dedilhada como violas pensativas” – 10/5/1964
  • “Andante con Variazioni”, em Fá Menor, de Haydn – “Firmemente suave e docemente atenta vai seguindo em variações serenas” – 12/11/63
  • A Criação, de Haydn – “Felizes estes homens que podiam escrever da Criação” – 8/3/1973
  • Sonata No. 11, para Piano, K 331, de Mozart – “Sonata sim, mas variações que” – 26/9/1965
  • Concerto em Ré Menor, para Piano e Orquestra, de Mozart, K 466 – “Finíssima amargura recatada” – 24/2/1964
  • Mozart: Andante do Trio K 496 – “Esta frase emerge súbita no trio saltitado” – 23/1/73
    Fantasias de Mozart, para Tecla – “Entre Haydn e Chopin, aberto para o que um foi” – 18/9/1965
  • “Requiem” de Mozart – “Ouço-te, ó música, subir aguda” – 15/10/1967
  • Missa Solene, Op. 123, de Beethoven – “Não é solene esta música” – 2/11/1964
  • Ouvindo o Quarteto Op. 131, de Beethoven – “A música é, diz-se, o indizível” – 10/10/64
  • Canções de Schubert sobre Textos de Wilhelm Müller – “Eram poemas para o sentimentalismo vácuo” – 20/4/1974
  • Sinfonia Fantástica, de Berlioz – “Programas, poetas, sonhos de ópio” – 23/10/64
  • Chopin: um Inventário – “Quase sessenta mazurcas; cerca de trinta estudos” – 19/12/66
  • Ouvindo Poemas de Heine como “Lieder” de Schuman – “Nunca talvez tão grande poesia encontrou sua grande música” – 27/4/64
  • A Última Música de Liszt para Piano – “Debussy? Scriábine? Bartok?” – 17/3/73
  • A Morte de Isolda – “Nesta fluidez contínua de um tecido vivo” – 8/3/64
  • Final da “Valquíria” – “Deuses podiam de um Valhala em chamas” – 4/7/73
  • Marcha Fúnebre de Siegfried, do “Crepúsculo dos Deuses” – “Na tarde que de névoas se escurece” – 13/1/74
  • Pobre Brückner – “Monumental, informe, derivante” – 19/11/71
  • Oitavas, Ouvindo a Primeira Sinfonia de Brahms – “Da música ao sentido, que palavra” – 8/4/63
  • “Má Vlast”, de Smetana – “Para se amar uma pátria assim, com tal pompa e tal doçura” – 1/10/64
  • “Boris Godunov” – “O velho honestamente escreve a História” – 8-9/1/72
  • “Romeu e Julieta”, de Tchaikowsky – “Ele era muito jovem quando imaginou este poema” – 24/5/64
  • “La Bohème”, de Puccini – “É ‘romântica’, sentimental, mesmo piegas” – 26/7/64
  • “Principessa di Morte” – “Foi quando Liu se matou para não revelar o nome do príncipe” – 7/8/64
  • “Festas”, de Debussy – “É como se as ruas de Florença se abrissem no espaço” – 6/12/64
  • “Das Lied von der Erde”, de Mahler – “São versos de poeta chinês. Depois de sabermos” – 8/5/63
    Mahler: Sinfonia da Ressurreição – “Ante este ímpeto de sons e de silêncio” – 28/7/67
  • “Assim Falou Zaratustra”, de Richard Strauss – “Nem o Zaratustra de Zaratustra, nem” – 11/9/65
  • Final da Segunda Sinfonia de Sibelius – “Se alguma vez clamor pela grandeza” – 27/3/66
  • Erik Satie para Piano – “As notas vêm sós por harmonias” – 9/1/72
  • Ouvindo o “Sócrates” de Satie – “Tão sábio, sereno e calmo” – 8/1/72
  • Concerto para Orquestra, de Bela Bartok – “Como amargura leve brinca com a morte” – 29/5/64
  • “Noite Transfigurada”, de Schönberg – “Como tão tensas cordas” – 28/9/64
  • Concerto de Piano, Op. 42, de Schönberg – “Seria pouco dizer que é o desespero” – 21/10/63
  • A Piaf – “Esta voz que sabia fazer-se canalha e rouca” – 6/10/64
  • “Pot-Pourri” Final – “Chegou e disse: – Caríssimo!” – 29/2/62

Índices da Poesia de Jorge de Sena – 5: Fidelidade, 1958

 

Dando prosseguimento à série de Índices da Poesia de Jorge de Sena, apresentamos os títulos, primeiros versos e datas de composição dos poemas de Fidelidade, publicado em 1958 e, desde 1978, incluído no volume Poesia II. Em azul os links para os poemas já editados no site.

 

Título —– “Primeiro Verso” —– Data de escritura

 Epígrafe para a Arte de Furtar – “Roubam-me Deus” – 3/6/1952
Dedicatória – “A noite desce sobre os membros altos” – 27/5/1951
A Cidade Feliz – “Não sei porque não falam disto” – 21/3/1950
Fidelidade – “Diz-me devagar coisa nenhuma, assim” – 26/8/1956
Solstício Breve – “Imersa e doce a sombra me prepara” – 12/7/1952
O Rei de Tule – “Como um anjo não falas, e o silêncio” – 11/9/1951
Do Vale das Sombras – “Soa a meu lado a música” – 13/7/1950
De Passarem Aves (II) – “De como e de quando” – 18/2/1956
A Túnica – “Como de poetas os cinzentos passam” – 26/8/1951
O Poema – “A névoa que repousa vagamente” – 24/12/1951
De Poesia Falemos – “Contemplo inutilmente a voz que surge” – 15/8/1952
“Quanto Eu Disser…” – “Quanto eu disser não ouças” – 8/4/1953
Sexta-Feira – “Chovem bandeiras” – 26/7/1951
Entre-Distância – “De mim a ti eu ouço-te e convivo” – 1/2/1953
Tríptico do Nada – “Não. Nem de saber nem de viver se vive” – 10 e 15/1/1953
Epitáfio – “De mim não buscareis, que em vão vivi” – 8/1/1953
As Crianças Cantavam – “Era um silêncio como de inocência” – 6/7/1953
Maresia – “Da maresia no ar quente passam barcos” – 25/7/1951
A Chuva Torna – “Chove. Este pingar que ouço” – 28-29/8/1958
As Mãos Dadas – “Um dia me falaste” – 10/1/1953
Apreender – “Passo a minha mão pela tua cabeça” – 12/2/1954
À Beira de Água – “Nas águas frígidas e plácidas” – 15/1/1953
Encontro – “Todos os dias” – 15/8/1950
A Sesta no Jardim – “De quanto vi, quanto passei, quanto perdi” – 25/7/1951
Segurança – “Contigo me deitarei vezes sem conta” – 27/5/1951
Glosa à Chegada do Outono – “O corpo não espera. Não. Por nós” – 28/8/1958
A Morte da Ternura – “No desejo acordado por um cruzar de olhos” –20/3/1956
Corpo Intacto – “Tu foges, mas circulas em vazios” – 23/6/1951
Metamorfose – “Ao pé dos cardos sobre a areia fina” – 6/2/1958
A Paz – “Não tem nem cor nem forma, que não sejam” – 10/4/1955
“Quem a Tem…” – “Não hei-de morrer sem saber” – 9/12/1956
À Memória de John Clare – “Como louco, no entanto, a tua flor” – 15/4/1956
Meditação em King’s Road – “Solícitas de mim, como de mim ou fora”- 30/09/57
Os Plátanos Revisitados – “Árvores minhas, que de vós direi” – 9/4/1958
De Docta Ignorantia – “Se não soubermos como é nosso o mundo” – 7/5/1958
Isto – “Não queiras, não perguntes, não esperes” – 14/7/1958
Mensagem de Finados – “Não desesperarei da Humanidade” – 5/1/1957
Uma Pequenina Luz – “Uma pequenina luz bruxuleante” – 25/9/1949
Como de vós… – “Como de Vós, meu Deus, me fio em tudo” – 11/10/1958

Índices da Poesia de Jorge de Sena – 4: As Evidências, 1955

 

À época de seu lançamento, o ciclo de sonetos – ou grande poema em 21 partes – que compõe As Evidências foi chamado pela censura portuguesa de subversivo, pornográfico etc. Quarto livro de poesia publicado por Jorge de Sena, em 1955, o volume tem aqui seus poemas apresentados em sua ordem de publicação, com a listagem de primeiros versos e datas de composição.

 

 Título —– “Primeiro Verso” —– Data de escritura

 I …………………….. “Ao desconcerto humanamente aberto” ………………….. 12/2/1954
II ……………………. “Desta vergonha de existir ouvindo” ……………………….. 12/2/1954
III …………………… “Que coisas sois? – se sois como que gente”…………… 13/2/1954
IV ………………….. “Da solidão que o vosso mal povoa” ……………………….. 15/4/1954
V …………………… “Na antiga e fácil pátria da amargura” ……………………… 20/2/1954
VI ………………….. “Ambígua identidade, incauto amor” ……………………….. 21/2/1954
VII …………………. “Atentos sobre a terra ao que sem nós” …………………… 22/2/1954
VIII ………………… “Amo-te muito, meu amor, e tanto” ………………………….. 22/2/1954
IX ………………….. “Com a mão brincando sem virtude ou vício” ……………. 26/2/1954
X ………………….. “Rígidos seios de redondas, brancas” ………………………. 27/2/1954
XI …………………..“Marinha pousa a névoa iluminada” …………………………… 1/3/1954
XII ………………….“Uma outra vida espera em vosso peito” …………………….. 6/3/1954
XIII ……………….. “Quando me encontro sempre sem poesia” ………………… 9/3/1954
XIV ………………. “Nenhuma voz me atinge por destino” ………………………… 9/3/1954
XV ……………….. “Manhã de glória! – ó deuses, ó imagens” …………………… 9/3/1954
XVI ………………. “Livres de ser o que os acasos tecem” ……………………… 15/3/1954
XVII ……………… “Na noite funda em que das nuvens corre” ………………… 25/3/1954
XVIII …………….. “Deixai que a vida sobre vós repouse” ………………………. 26/3/1954
XIX ………………. “Perdidas uma a uma as coisas todas” ……………………… 16/4/1954
XX ……………….. “Erguem-se as tríades: são mais que deuses” ……………. 28/4/1954
XXI ………………. “Cendrada luz enegrecendo o dia” ……………………………. 16/4/1954

Índices da Poesia de Jorge de Sena – 3: Pedra Filosofal, 1950

O terceiro livro de poemas de Jorge de Sena, Pedra Filosofal, foi publicado em 1950 e desde 1961 faz parte do volume Poesia I. Dividido em três partes – Circunstância, Poética e Amor -, tem aqui seus poemas apresentados em sua ordem de publicação, com títulos, primeiros versos e data de escrita. Os poemas assinalados com links são os que já se encontram publicados no site.

 

 

Título—“Primeiro Verso”—Data

I – Circunstância

Os Paraísos Artificiais ………….“Na minha terra, não há terra, há ruas” …………………… 3/5/47
Cinco Natais de Guerra seguido de um Fragmento em Louvor de J. S. Bach
1944 ……. “Possivelmente, meu Deus, a vossa existência não passa” ……….. 24/12/44
1945 …………….. “Toca a silêncio o clarim no silêncio já feito” ……………………….. 5/1/46
1946 …………………………… “É muito fria a minha mágoa …………………………… 25/12/46
1947 …………………………………………….. “Mécia:” ……………………………………… 31/12/47
1948 ………….. “Dentro do frio os coros cantam docemente” ……………………… 24/12/48
Fragmento ………………………. “Em ti está a alegria” ……………………………………… 5/5/47
Chuva, Crepúsculo e Arrabalde ….. “Desta chuva ainda sobre as folhas” ……………… 28/9/48
Eu, que passei… …………………………. “Eram gritos de uma dor humana” ………………. 23/4/48
Ode à Mentira ……………….. “Crueldades, prisões, perseguições, injustiças” ………….. 31/3/49
Se ……………………………… “Como podes nova aurora reencontrar-me” ……………….. 14/10/44
Domingo …………………………………………. “Na orla do mar azul” ……………………………. 25/4/48
… De Passarem Aves ………………… “Das aves passam as sombras” ……………………. 21/6/47
Primitivos
I – (Uma Anunciação) …. “Que música sabeis de mensageiros” …………………. 31/10/49
II – (O Patinir das Janelas Verdes) ..“Imenso o bosque verde, e o céu azul”…. 31/10/49
III – (Bonnard) …………….. “Montanhas de arvoredo na distância” …………………. 19/2/50
Ode para o Futuro …………………. “Falareis de nós como de um sonho” …………………. 7/10/49
Equinócio da Primavera …… “Da noite a aragem tépida refrescando vem” …………….. 15/3/47

II – Poética

Véspera de Canto …… “Eis-me contemplando ansioso o quadrado luminoso (…)” ……… 8/11/48
Ode ao Surrealismo por Conta Alheia … “Que levas ao colo” ………………………………….. 24/9/48
“Imensos de Searas” ……………… “Imensos de searas de centeio pobre” ………………….. 19/6/50
Alcance Eficaz..“Não falo para os consolados, os satisfeitos de si, os que nem riem ….14/11/42
Madrigal …………………………………………. “Se vieres, poesia”…………………………………….. 20/1/44
Poema sobre um Poema Antigo ….. “Um dia, meu amor, um verso veio” ………………….. 21/1/45
A Esperança Eterna .. “Não me arrependo de ter tido palavras de esperança eterna”.. 18/10/48
“Era Tão Doce uma Verdade…”… “Era tão doce uma verdade entressonhada!” ………… 16/8/48
Ode à Incompreensão ……… “De todas estas palavras não ficará, bem sei” ……………… 4/10/49
Arte Nova ……………….. “Em vão busco as flores, as luzes, as pequenas coisas” ………. 10/6/50
Balada de Coisas e Não …. “Há coisas na vida mais belas que a vida” ……………………. 16/9/48
“Eu Ouço a Minha Voz…” ……. “Eu ouço a minha voz com desencanto” …………………….. 2/7/50
“Da Vida… Não Fales Nela” …………. “Da vida… não fales nela” ………………………………. 12/9/46
Passagem da Musa ………………….. “Ó minha Musa, cuja nudez destrói” ………………….. 30/7/46
“Não Sei, Meus Versos…” ……….. “Não sei, meus versos, que dizeis de mim” …………… 17/3/48
A Última Palavra ……………. “Quisera de outra morte conhecer-me inteiro” …………………. 3/4/48
Cânticos da Alma Silenciosa … “Minha alma, como chegaste tão tarde” ………………. 26-28/5/50
Harpas Eólias ……………………….. “Severa inspiração, pausa infinita” ………………………… 9/12/49
Ode aos Plátanos ……………… “Queda das folhas com que a aragem soa” ………………… 6/12/49
Para o Aniversário do Poeta …. “Não passam, Poeta, os anos sobre ti” ……………………… 7/3/44

III – Amor

Glosa à Chegada do Inverno …. “Ao frio suave, obscuro e sossegado” ……………………. 15/11/46
“Densa Profunda Flor…” ……… “Densa profunda flor de informes pétalas” ……………….. 19/10/49
“Como de Areia…” ……………… “Como de areia as praias que circulam” …………………….. 10/7/50
Vilancete ……………………………………… “No instante da partida” ………………………………… 13/7/46
Cantar do Amigo Perfeito .. “Passado o mar, passado o mundo, em longes praias” ………. 6/6/49
Rondel ……………………………… “De amor quem amo nunca sei ao certo” ……………………. 30/9/48
Vilancete ……………………………….. “- Meu corpo, que mais receias?” ……………………….. 23/12/49
Licantropia …………………………………. “De manhãs e madrugadas” ……………………………. 12/5/48
“Ó Doce Perspicácia…” ……….. “Ó doce perspicácia dos sentidos!” …………………………… 30/1/47
Nocturno ……………………. “De ti como da noite a vaga essência” ……………………………… 27/2/49
“Não Sei de Ti Sombras…” …. “Não sei de ti sombras mais belas que” ……………………… 21/7/48
“És Como um Grande Silêncio…” ..“És como um grande silêncio” …………………………….. 19/9/48
Requiem ………………………………. “Serenamente será que eu morrerei” ……………………….. 9/4/47
Ode ao Amor ……… “Tão lentamente, como alheio, o excesso de desejo” ………………….. 17/7/49
Canção …………………………………….. “O sorriso amantíssimo que” …………………………….. 16/5/48
Maternidade ……………………………… “Placenta pútrida e viscosa” ……………………………. 28/12/48
Ara ………………………. “Quando sobre nós desce a cegueira dos tempos” ………………… 23/10/49
Ode ao Destino ……………… “Destino: desisti, regresso, aqui me tens” …………………….. 17/10/47

Índices da Poesia de Jorge de Sena – 2: Coroa da Terra, 1946

 

Continuando a série dos Índices da Poesia de Jorge de Sena, apresentamos os poemas de Coroa da Terra, publicado em 1946 e, desde 1961, incluído no volume Poesia I. Escrito quase inteiramente durante os anos vividos por Jorge de Sena como estudante universitário no Porto, o conjunto vem aqui listado em sua ordem de publicação, com título, primeiro verso e data de cada poema. Em azul, links para os textos já editados no site.

 

Título —– “Primeiro Verso” —– Data de escritura

Purgatório –—– “As dores do mundo não as sofre o mundo”–—– 24/9/43
Suma Teológica – “Não vim de longe, meu amor, nem sossobraram” –—– 14/4/44
Os Trabalhos e os Dias – “Sento-me à mesa como se a mesa fosse o mundo inteiro” – 27/10/42
Espiral –—– “Um só poema basta para atingir a terra” -–—– 21/3/42
Um Epílogo –—— “Quando estes poemas parecerem velhos” –————————- 5/6/42
Baptismo –——— “Os mais difíceis poemas onde falo de amor” ———————– 24/6/42
Exame –—— “Estendo as mãos” –———————————————— 11/2/42
Denúncia –————- “Sonharei, no teu seio calmo,” ————————————– 10/6/42
Pintura –———— “Um casal suspenso desta mão que se estende” –—————– 24/5/42
Conquista –——– “Tomei-me igual à morte sem descansar por ela” –————————– 20/5/42
Lamentação –———- “Erguem-se as nuvens e derivam logo” –——————————– 13/12/42
Núpcias –—————————— “Persegui-te” –—————————————————– 15/3/42
Cidade –———————- “Imensa, troglodita, ambiciosa” –————————————— 28/4/42
Esgoto –————— “Crianças pálidas brincam no esterco da rua” –————————— 25/5/42
Longitude –———————– “Entre os pinheirais” –——————————————– 12,13/6/42
“Tenção” do Amor Nocturno – “Hei-de vir, meu amor, depois de morto” –—————— 21,22/3/44
Dia de Sol –————- “Sob a teia de sombra dos galhos outonais” –————————— 20/2/44
Capilaridade –———- “Da minha fé no mundo sei o amor distante” –————————– 1/12/42
Exorcismo –————– “Amor que desce, amor que nem procura” –—————————-21/7/43
A Derradeira Visita –—- “Por toda a liberdade autêntica sumida” –—————————— 24/1/44
Estupro – —————“Da passagem da aurora vem uma noite dizendo” –——————- 28/12/42
Crisma –——————— “Apenas vingança este desejo de morte” –—————————- 21/6/42
Metamorfose –——- “Para a minha alma eu queria uma torre como esta” –—————— 25/10/42
Reconhecimento –– “Quero esperar e olhar para que nasça um destino” –——————– 7/10/42
Gesto –———————– “Nem a terra paralela ao meu cadáver” –—————————— 21/1/42
Contacto –———————- “Abriste à vida a catarata idêntica” –——————————– 10/10/41
Bulício –———— “Quarenta dias suspensos para concentração dos vermes” –————– 2/11/41
Travessia –————— “Distância materna prescrevendo enganos!” –————————– 16/3/42
Ocaso –—————– “É impossível que uma semelhança tão pura” –————————– 21/2/42
Ode a um Reformador do Mundo – “Outros, que não tu, puseram nos teus braços” –——– 8/2/42
Catecismo –——— “Oh Deus! Que um dia adormeceste nos meus braços” –—————— 7/4/42
O Amor não Amado –—- “Nem sei porque ainda falo em Deus” –——————————– 19/6/42
Enciclopédia –—————- “Criaremos uma pequena história” –———————————- 12/3/42
Descerrar –————————- “Cansado, consentir-me-ei” –————————————– 21/6/42
Apóstrofe à Loucura –—- “Ser-me-á negada a paz ameaçadora?” –—————————– 22/4/44
Causalidade –—————– “Repetir-se-á a angústia vezes mais” –—————————— 12/5/42
Panfleto –————– “Fere-me esta idolatria mais do que todos os crimes” –——————- 9/4/42
Ordenações –————- “Abram os olhos como para um crime perpétuo!” –——————- 26/3/42
Independência –————– “Recuso-me a aceitar o que me derem.” –————————– 30/6/42
Ideário para a Criação –—- “Quando, em ti próprio, ouvires algum combate” –————— 29/8/42
De onde não há Nada… – “De dentro da morte vem ao meu encontro uma voz” –——— 31/10/42
Zodíaco –————————- “Os deuses nascem quando a vida estreita” –——————- 29/5/42
Estalactite –——————– “Virá da glória um tempo e nele o dar as mãos” –—————- 24/1/43
Génesis –—————————- I: “Afirmo e esqueço a qual serenidade” –———————- 2/2/43
II: “Nenhum altar te resta que o não sejas” –—————— 18/2/43
III: “Quando, mais novo, noutro renasceres” –—————- 26/2/43
IV: “Assassinais, ó anjos, vosso amor;” –———————- 10/3/43
V: “Temor o tens de ti, meu Deus, eu não.” –—————– 17/3/43
VI: “De mim não falo mais: não quero nada.” –————— 14/5/44
Cantiga de Embalar –———— “Tão docemente se ouve um grito de criança” –———— 21/11/44
Soneto de Orfeu –——————- “Quando apenas fores música da vida” –——————– 15/7/44
Dólmen –—————————- “Como alegria espontânea aberta ao sonho” –————— 17/8/42
Êxodo –————————– “Viemos, como o primeiro homem, de um ventre” –————- 20/5/43
Natal-43 –—————————— “Nos aviões que o mar imenso cruzam” –—————– 27/12/43
Glória –————————- “Um dia se verá que o mundo não viveu um drama.” –———— 6/4/42
Cessação –—————————— “Quando a morte vier, ou procurada” –——————— 13/4/44
Humanidade –—————————- “Na tarde calma e fria que circula” –———————– 7/11/43

Índices da Poesia de Jorge de Sena – 1: Perseguição, 1942

perseguicaoPrimeiro livro de poemas de Jorge de Sena, desde 1961 incluído em Poesia-I, Perseguição dá início a uma nova série de entradas no Ler Jorge de Sena: uma versão para o site dos Índices da Poesia de Jorge de Sena, organizado por Mécia de Sena (Lisboa, Cotovia, 1990). Os poemas assinalados com links em azul já estão disponíveis no site, seja em uma das antologias temáticas, seja nos textos críticos das seções de estudos.

 

Título —– “Primeiro verso” —– Data

Pré-história — “Sempre que ofereço a alguém o alimento imponderável” – 9/2/42

 

I
Arrecadação —————— “Relógio combalido…” ———————– 28/7/40
Deserto —————— “Recusarei aos velhos a braseira” ————– 2/1/41
Distância – “Aqueles para quem não resta sempre uma simplicidade a trair” – 29/9/41
Circunstancial —- “Nas dobras melancólicas da Terra” —————– 3/7/40
Nocturnos —– “Há um inverno cansado nas copas extáticas” ——– 20/2/41
Elegia ———————– “Estreito Nome e curto” ————————- 8 /3/41
Trecho de Infinito ——– “Desloca-se tão leve” —————————- 9/7/40
Vidros ———————– “Alinharam calmos” —————————— 9/6/39
Passeio ———- “Que tarde e gente as ruas do jardim” —————– 7/7/41
Poço ——————- “O poço da noite é inesgotável” ——————– 13/11/39
Cubículo —————— “Gente pára curiosa” —————————— 5/6/41
A Matilha ————– “As mãos perderam a força” ———————— 6,7/11/39
Valor ——————- “Tira de mim os anjos que souberes” ———– 15,16/11/40
Contrição ——— “Que importa que todos me esqueçam” ————- 23/3/41
Parcela ————- “O destino valia-se dos meus lábios” ————— 6/8/39
Manchas ———————— “Há no céu” ———————————- 7/12/38
Recortes ————- “Os meus recortes fugindo para o Sul!” ———- 25/8/39
Lepra ——————— “A poesia tão igual a uma lepra!” ——————— 3/7/39
O último dia ————- “Crianças riem na varanda, riem” ——————– 1/10/39
Despertador —– “Um dia acordarás do sonho em que te rodeaste” —— 16/8/41
Lâmina ———— “Não tentes resistir à queda das trombetas” ————– 6/6/41
Exercício ———- “Por que te andaste mais do que é Costume” ———– 11/3/40
Itinerário ———————- “Seguia-se as pedras” —————————— 11/5/41
Manifesto ——— “Desçamo-nos da morte ao vão progresso” ————– 7/12/41
Sem Data ————- “Esta voz com que gritei às vezes” ——————— 27/1/42

 

II
Infância ———— “Noite de infância, luminosa e pálida” ——————— 1/10/40
Cântico —- “MInha meditação calada e permitida quantas vezes(…)” —- 3/10/40
Comunhão —- “Violentamente um gesto, violentamente” —————– 18,19/10/40
Posse – “Passaram pelos meus ombros longínquos as gaivotas negras”- 16/11/40
Âmago ———— “Perpétua a juventude, se morrermos” ——————- 12,13/10/41
Silêncio —————– “Tu, espírito de veios negros” —————————- 8/5/41
Tomada ———– “Gládio morto: nem quisera ouvir” —————————- 22/12/41
Andante ——- “Soube-me sempre a destino a minha vida” ——————- 18/1/42
Seara —————- “E se ouço reformar a minha vida” ————————- 8/9/41
Felicidade –“A felicidade sentava-se todos os dias no peitoril da janela” – 13/4/41
Desdém —————- “Pura flor de orvalho” ———————————— 10,11/10/41

 

III
Mistério da Predestinação – “Entornando a vida sobre a morte inicial” —— 8/8/40
Náutica ——- “Já por amor de Deus era o navio alto” ————————— 6/8/41
Procissão ———– “Aproxima-se cantando em mim” ————————— 28/1/41
Sonetos a muitas Vozes — “Por quantos campos tenho na tristeza” ——— 2/6/40
Advertência ————- “Ah meu Deus! Se toda esta tristeza” —————- 30/7/40
Declaração ————- “Sinto que vou voltar-me para Ti” ———————- 16/9/39
Unidade —————– “Meu Deus… Como posso eu falar-Te” —————– 5/5/40
Purificação da Unidade — “Não procures o que é efémero…;” —————- 20/8/40
Caverna —— “Tanta coragem, meu Deus, em perguntar por dúvida” ——- 19/6/41
Elevação ————– “Eixo da verdade e presunção divina” ——————- 22/10/41
Transepto —————– “Volteei lugubremente pela nave” ——————— 14/9/39
Pentecostes ——————— “Estranha fidelidade!” —————————— 22/2/41
Ascensão —————– “Nunca estive tão perto da verdade” —————— 23/7/41
Eternidade —————————- “Vens a mim” ———————————— 22/9/41

A poesia de Jorge de Sena

40anos* 1942Perseguição
* 1946Coroa da Terra
* 1950Pedra Filosofal
* 1955As Evidências
* 1958Fidelidade
* 1963Metamorfoses
* 1968Arte de Música
* 1969Peregrinatio ad Loca Infecta
* 1972Exorcismos
* 1972Trinta Anos de Poesia (antologia)
* 1973Camões Dirige-se aos Seus Contemporâneos e Outros Textos
* 1974Conheço o Sal… e Outros Poemas
* 1977Sobre Esta Praia… Oito Meditações à beira do Pacífico
* 1961Poesia I (Perseguição, Coroa da Terra, Pedra Filosofal, As Evidências, e o inédito Post-Scriptum)
* 1978Poesia II (Fidelidade, Metamorfoses, Arte de Música)
* 1978Poesia III (Peregrinatio ad loca infecta, Exorcismos, Camões dirige-se aos seus contemporâneos, Conheço o Sal… e Outros Poemas, Sobre Esta Praia…)
* 197940 Anos de Servidão
* 1980Sequências
* 1982Visão Perpétua
* 1985Post-Scriptum II
* 1999Dedicácias

 

As “Obras Completas de Jorge de Sena”, da Ed. Guimarães/Babel:

*2013Poesia 1 (“reúne os livros que o poeta publicou em vida” e “por ele coligidos em Poesia I, II e III)

*2015Poesia 2 (“a poesia esparsa ou inédita à data da sua morte”)

 

Antologias poéticas organizadas por Jorge de Sena:

Líricas Portuguesas: 3a. Série. Selecção, prefácio e notas. Lisboa, 1958. 2a. ed., revista e aumentada, em 2 vols.: Vol. I, 1975; Vol. II, 1983. Vol. I, 3a. ed., 1984.

 

=> Para localização eficiente e rápida dos poemas de Jorge de Sena — por primeiros versos, títulos, datas e nomes citados — é precioso material de trabalho o pequeno volume Índices da Poesia de Jorge de Sena, organizado por Mécia de Sena (Lisboa, Cotovia, 1990).

=> Já é extensa a bibliografia crítica sobre a poesia seniana, dispersa em livros, periódicos e anais de congressos. Mas, dela, tendo em vista a amplitude das abordagens, torna-se indispensável a referência aos seguintes títulos em volume:

 

  • A Poesia de Jorge de Sena: Testemunho, Metamorfose, Peregrinação, de Jorge Fazenda Lourenço (Calouste Gulbenkian, 1998)
  • Fenomenologia do discurso poético – ensaio sobre Jorge de Sena, de Luís Adriano Carlos (Campo das Letras, 1999)
  • Poesia e o Diabo a Quatro: Jorge de Sena e a escrita do diálogo, de Luciana Salles (Livronovo, 2009)

Índices da Poesia de Jorge de Sena – 6: Post-Scriptum, 1960

 

 

Continuando a série de Índices da Poesia de Jorge de Sena, apresentamos os títulos, primeiros versos e datas de composição dos poemas de Post-Scriptum, concluído em 1960 mas mantido inédito até o ano seguinte, quando se torna o último livro incluído no volume Poesia I. Em azul os links para os poemas já editados no site.

 

Título —– “Primeiro Verso” —– Data de escritura

Lamento do Poeta Objectivo ——– “Anda-me o amor tomando a própria vida” ———— 4/12/44
A Noite que Será sem Lua ——- “Como a noite que chega, um cão teima ladrando” —– 30/7/44
Arrecadação (II) ———————- “Não sei a sorte que me espera quando o novo” ——- 14/1/45
O Regresso ———————- “Como este fósforo que acendo para subir as escadas” — 30/8/45
Os Soldados de Chumbo e a Eternidade – “Nunca entendi tão perfeitamente as coisas”- 6/1947(?)
Rendimento ——————————– “Estava sentado no degrau da porta” ————– 25/6/1946
Canção —————————————————- “Volúvel e doirada” ————————— 2/12/46
Origem da Poesia Épica ————— “Grande é a vida, quando a morte passa” ———- 12/12/47
Ceifa —————————————— “Tu foste o amor puríssimo de um dia” ———– 23/8/1947
Vilancete —————————————– “Teus olhos deste: não queiras” ——————- 23/8/47
Cântico de Despedida
I ———————————————- “Tenho pena, meu amor, do mundo” —————– 8-12/8/47
II —————————————- “Sempre que entrares, ao subir da escada” ————— 18/8/47
Duas Cantilenas
I ———————————————————— “Ansioso espero” —————————— 28/4/48
II ———————————————————— “Longe da vida” ——————————- 16/8/48
Solícitas as Flores ———————— “Tão junto a mim, roçando-se por mim” ————— 4/9/50
De Relance, o Alentejo —————– “Um céu abafadiço, um ar de ausência” ————– 30/5/50
Acção de Graças —————– “Às vezes, com minha filha no chão junto de mim” ——– 1/10/50
Natal – 1950 ———————————– “Nenhum Natal será possível: sei” ————— 25/12/50
Ser ———————————————- “Cansada expectativa tão ansiosa” —————– 28/2/51
Ver ——————————————– “Tu julgas que procuro, e não procuro” —————- 9/8/51
“Na sombra, que dizes?” ———————————————————————————– 21/6/51
Desencontro —————————— “Só quem procura sabe como há dias” —————— 1/9/51
Os Cinco Sentidos ————- “Da minha terra exala-se perfume a carne reprimida”——— 7/4/51
A Solidão Visitava-me —————————— “Quando imaginava” —————————– 5/4/51
Os Filhos Levam Muito Tempo a Crescer – “Precária a vida e consentida a morte” ——— 9/5/51
Tendo Lido uma Carta Acerca de um Livro que Oferecera – “Por que entristeço ao ler…” – 5/1/51
De um Grande Vento Levado ————– “Transporta-me um vento” ————————– 27/4/52
Exactidão ————————————— “Levam as frases sentido” ——————– 15 e 28/1/53
Passagem Cuidadosa ———— “No ténue perpassar de nuvens cuidadosas” ————- 30/1/54
Post-Scriptum ———————– “Não sou daqueles cujos ossos se guardam” ———— 27/5/54
O Fim que Não Acaba ————— “Na cinzenta luz que pardamente morre” ————— 26/8/56
Reconciliação ——————————— “Reconciliamo-nos sempre” ————————- 25/9/58
“Ceifadas breves por um sol rasante” —————————————————————- 11/10/58
Glosa à Chegada de Godot ——– “Do que não desespero é muito pouco” —————– 22/4/59
“Como queiras, Amor, como tu queiras” ————————————————————— 24/2/59

Índices da Poesia de Jorge de Sena – 10: Exorcismos, 1972

 

Continuando a série de Índices da Poesia de Jorge de Sena, apresentamos os títulos, primeiros versos e datas de composição dos poemas de Exorcismos, publicado em 1972 e, desde 1978, incluído no volume Poesia III. Os títulos assinalados em azul contêm links para os poemas já publicados no site. 

 

 

 Título —– “Primeiro Verso” —– Data

 

Aviso de Porta de Livraria – “Não leiam delicados este livro” – 25/1/1972
I
Epigramas – “De que tristeza me farei liberto” – 21/02/1961, revisto em 1971
As Quatro Estações Eram Cinco – “O verão passa e o estio se anuncia” – 8/7/70
“Neste Silêncio Matinal…” – “Neste silêncio matinal da neve” – 1969
Arte de Amar – “Quem diz de amor fazer que os actos não são belos” – Janeiro, 71
Adivinha Dupla – “Sepalada em negras comas” – 1969
A Arquitectura dos Corpos – “Pendentes como frutos ou moluscos” – 17/03/70
Jogos na Sombra – “Na sombra, o tenso corpo se adivinha” – 27/01/71
Beijo – “Um beijo em lábios é que se demora” – 19/5/71
Glosa de um Antigo Mote Castelhano – “En la fuente del rosel” – 18/12/1969
Bilinguismo – “Sinal” – Novembro, 1969
Estátua Verde – “Havia qualquer coisa” – 10-15/07/1969
A Floresta – “Sem rostos a floresta as árvores e vivas” – 16/5/1971
Dia e Noite – “Como se engrossa a noite em laivos brancos” – 31/10/71
“Dos Acendidos Estranho…” – “Dos acendidos estranho rematado fulcros” – 1/9/71
O Duplo – “Alonga-se no chão como se a vida” – Junho, 1969
“Que Dizer…” – “Que dizer destas sombras” – Abril, 70
“Pouco a Pouco…” – “Pouco a pouco me esqueço, e não sei nada.” – 27/10/1971
“Esta Luz que se Esvai…” – “Esta luz que se esvai no céu que se acinzenta” – Outubro, 70

 

II
Música Ligeira – “Vulgar, ligeira, música sem nome” – 25/11/1971
Vita Brevis – “A vida é breve mas que a faz mais breve” – 5/1/1971
Em Des-louvor da Velhice – “Para viver-se longamente ou se é de ferro” – 18/12/1971
“Passando onde haja túmulos…” – “Passando onde haja túmulos” – 27/5/1971
Restos Mortais – “O que de nós mais dura: só esqueleto” – 18/12/1971
Aldeia dos Macacos – “Como a macacos na jaula os velhos deste mundo” – 29/10/71
Os Últimos Revolucionários – “Neste vil mundo que nos coube em sorte” – 24/11/71
Natal de 1971 – “Natal de quê? De quem?” – Novembro, 1971
Noções de Linguística – “Ouço os meus filhos a falar inglês” – Outubro, 1970
Os Perigos da Inocência – “Há poetas místicos de Deus as fêmeas” – 28/11/1971
O Recordar e Não – “Que se recorda não recorda nunca” – 23/9/1970
Homenagem ao Poeta Mário Faustino – “Em bola de fogo este poeta caiu” – Julho, 70
Homenagem a Sinistrari (1622-1701) Autor de “De Daemonialitate” – “Ó Belfagor Rutrem e Bafomet” – 1970
Sobre um Passo do Capítulo XLVIII do “Satíricon” de Petrónio – “Imbecil, vaidoso e bruto” – Maio, 1970

 

III
Duas Paisagens da Califórnia – “Tão lúcidas recorte no horizonte” – Janeiro, 1971
Bruges – “Dórmia cíndria canalívia” – 25/12/1969
Rotterdam – “De Rotterdam Erasmo nem o rasto resta” – 26/12/1969
Homenagem a Spinoza – “Lentes poliu para de Holanda os míopes” – 22/11/1970
Amsterdam – “Canais concêntricos e radiais – vermelho” – 1/1/1970
Helsingör – “Sim, é o castelo do Hamlet” – 1970
Köln – “Teófano Imperatriz filha de imperadores” – 26/12/1969
O Anjo-Músico de Viena – “Por trás do Dom em Viena” – 17/1/1971
Ravena – “Como pó de planura e ruas de Alentejo” – 24/5/1971
Escrito em Verona – “As coisas não se vêem por metade” – 17/7/1971
Verona e uma Trovoada de Verão – “Aída e frango assado nas Arenas” – 30/10/1971
Piazza Navona e Bernini – “Palácios com aquele ar que em Roma” – 27/2/1971
A uma Calista de Milão – “Sob uma carioca bruma seca” – 27/7/1971
Ampúrias – “Na tarde como Grécia imaginada” – 26/1/1970
Plaza Mayor de Salamanca – “De luz e sombra se recortam corpos” – 1/9/1971
Ano Santo em Santiago – “Que Espanha se me volve aqui” – 1/9/1971
Galiza – “Aires airinhos aires” – 1/9/1971
Ronda Europeia, Nada Sentimental – “Amor o sem palavras” – 8-31/10/1971

 

IV
O Ecumenismo Lusitano ou a Dupla Nacionalidade – “Pela porta lateral da catedral em Colónia” – 20/1/1970
O Douro Preso em Barragens – “Verde tão verde e as árvores no fundo” – 30/08/1971
Borras de Império – “Os impérios sempre se fizeram” – 8/6/1971
Lisboa – 1971 – “O chofer de taxi queixava-se da vida” – 5/8/1971
Os Ossos do Imperador e Outros Mais – “Dizia ele que deixara a vida” – Agosto, 1971
Balada do Roer dos Ossos – “Roer um osso – humano, se possível” – 22/1/1972
L’été Au Portugal – “Que esperar daqui? O que esta gente” – Agosto, 1971

 

Envoi
O Beco sem Saída, ou em Resumo… – “As mulheres são visceralmente burras” – 15/10/70

Índices da Poesia de Jorge de Sena – 9: Peregrinatio ad loca infecta, 1969

Dando prosseguimento à série de Índices da Poesia de Jorge de Sena, apresentamos os títulos, primeiros versos e datas de composição dos poemas de Peregrinatio ad loca infecta, publicado em 1969 e, desde 1978, incluído no volume Poesia III. Os títulos assinalados em azul contêm links para os poemas já publicados nas antologias do site.

 

Título —– “Primeiro Verso” —– Data de escritura

 

Portugal (1950-59)
A Sophia de Mello Breyner Andresen enviando-lhe um exemplar de “Pedra Filosofal” – “Filhos e versos, como os dás ao mundo?” – 15/12/1950
Vampiro – “Ouço os gatos brincar. Saltam, perseguem-se.” – 9/12/1950
“Ave nocturna…” – “Ave nocturna ponte de cometas” – 1951
Dupla glosa – “Não passam, Poeta, os anos sobre ti” – 3/3/1952
Sabedoria de Calígula – “Mandei-o descascar batatas” – 9/3/1954
Velho fragmento, encontrado e completado – conselhos à juventude – “Se, quando consentires” – 11/7/1954
Poema manuscrito nas folhas brancas de um livro e lá esquecido – “Não teimes, não insistas, não repitas” – 1955
Dom Beltrão e Dona Ximena – “Morreram tristes as Ximenas todas” – 11/1/1956
Ronda – “Não sei de que alimento se sustenta” – 22/4/1959
“Respira docemente…” – “Respira docemente. Eu sei como respira” – 27/1/1959

 

Brasil (1959-65)
Vespertino do Rio de Janeiro – “Na noite as luzes furam treva, não” – 22/8/1959
Soneto ainda que não (son.) – “Como quando indiscreto às coisas me insinuo” – 9/9/1959
“De uma poesia…” – “De uma poesia esperam” – 7/2/1960
A Paul Fort – “Como se fosse homem de ficha e método, registo” – 27/4/1940
Alados idílios – “Alados idílios:” – 4/6/1960
Pan-Eros – “Entreabertas deusas, deuses penetrantes” – 20/7/1960
Heptarquia do mundo ocidental (7 sonetos) – “Como quando era ténue a minha esperança” – 1960
Colóquio sentimental em duas partes – “Tronchela adúvia corimata, …” – 1961
As cataratas do céu – “Água da vida, em memória” – 2/6/1961
O ter e o dar (son.) – “Não me peças, ó vida, o que não dás” – 23/6/1961
Homenagem à Grécia – “Os deuses, ladrões” – 11/6/1961
Fala do delegado do Ministério Público – “… Mas, meus senhores, nenhum de nós tal pensa” – 10/6/1961
“Quem muito viu…” (son.) – “Quem muito viu, sofreu, passou trabalhos” – 1961
Súplica final – “Senhor: não peço mais que silêncio” – 23/6/1961
“Na transtornância…” (son.) – “Na transtornância impiala da firmusa” – 5/8/1961
Glosa de Guido Cavalcanti (son.) – “Porque não espero de jamais voltar” – 11/6/1961
Vigília Cívica – “No planalto da Pérsia” – 4/9/196
Couraçado Potemkin – “Entre a esquadra que aclama” – 23/12/1961
Pequeno tratado de dermatologia – “De cada vez que um povo exige liberdade” – 30/1/1962
Glosa de Menandro – “‘Morrem jovens os que os deuses amam’, dizia o poeta” – 1962
A noite profunda – “É de repente que a noite profunda chega” – 18/5/1962
Close reading – “As flores, solícitas, desfolham-se” – 27/5/1962
Uma sepultura em Londres – “No frio e no nevoeiro de Londres” – 1962
A miséria das palavras – “Não: não me falem assim na miséria, nos pobres” – 5/8/1962
Noções de linguística – “Fumo névoa emanação” – 11/11/1962
Tempo de chuva – “Deste vento que sopra anunciando a chuva” – 25/1/1963
Os olhos das crianças – “Estes olhos vazios e brilhantes” – 4/5/1963
“Anflata cuanimene…” (son.) – “Anflata cuanimene ah como esgura” – 8/10/1963
Borboleta brasileira – “Patas de prata” – 5/3/1964
Os nocturnos merecem respeito ou a salvação do Brasil em 1o. de Abril – “Como podem chamar noite” – 7/4/1964
Tentações do apocalipse – Não é de poesia que precisa o mundo” – 21/5/1964
Homenagem a Tristan Tzara – “Que mundo este. Morre a Princesa do Traseiro-ao-Léu” – 1965
For whom the bell tolls, com incidências do “Cogito” cartesiano (7 son.) – “Nós que não somos naturais, porque” – 23-24/8/1965
In memoriam de Antero de Quental – “Desta altura vejo o amor, dizia ele” – 12/9/1965
Amor – “Amor, amor, amor, como não amam” – 16/6/1965
Em Creta, com o Minotauro – “Nascido em Portugal, de pais portugueses” – 5/7/1965
Sete sonetos da visão perpétua – “Anos sem fim, à luz do mar aceso” – 24-25/2/1965

 

Estados Unidos da América (1965-69)
Do Trópico de Capricórnio aos Grandes Lagos – “Deste Outono em árvores despidas” – 4/12/1965
“Frígido vento…” – “Frígido vento” – 4/12/1965
À memória de Kazantzakis, e a quantos fizeram o filme “Zorba the Greek” – “Deixa os gregos em paz, recomendou” – Janeiro/1966
Primavera no Wisconsin – “Na limpidez tranquila da manhã diáfana” – 15/3/1966
A casa em frente ou melancolias de um “voyeur” – “Propósito? Ciência? Distracção?” – 21/1/67
Noutros lugares – “Não é que ser possível ser feliz acabe” – 21/1/1967
To be or not to be – “De deuses alguns falam quanto sonham de homens” – 18/6/1967
La Dame à la licorne – “Dona Semifofa erguendo o dedo” – 18/6/1967
Lamento de Don Juan – “Não com saudade vos recordo, corpos” – 30/7/1967
Acerca dos anjos na Poesia – “Se eu quisesse mentir, imaginar purezas” – 5/8/1967
“Aflia…” (son.) – “Aflia antonimera pendistália” – 21/11/1967
“Deuses, quem mos dera…” – “Deuses, quem mos dera” – 21/11/1967
Envelhecer (2 son.) – “Nesta claridade silenciosa e pálida” – 6/11/1967
Homenagem a Tomás António Gonzaga – “Gonzaga: podias não ter dito mais nada” – 13/4/1968
Os vivos e os mortos ou Homenagem a Rilke – “Se entre mortos, se vivos, diz o poeta” – 26/1/68
Sobre a nudez – “Nus nascemos, nus” – 1968-69

 

Notas de um regresso à Europa (1968-69)
Travessia – “Após cinco dias de sonolenta travessia” – 5/5/1969
Encontro com Vermeer em Delft – “Fui deambulando pelas ruas” – 7/5/1969
Chartres ou as pazes com a Europa – “Em Chartres, ó Peguy, eu fiz as pazes” – 10/11/1968
Florença vista de San Miniato al Monte – “Abrigado na brancura multicor de um românico” – 10/5/1969
Roma – “A colunata de Bernini sim, mas o Vaticano” – 5/5/1969
Vila Adriana – “De súbito, entre as casas rústicas e a estrada” – 7/5/1969
La Tour de Carol, nos Pirinéus – “Nesta rotunda de nevados picos” – 14/12/1968
Relatório – “Sessenta cidades (com os museus, as ruas, castelos, catedrais, etc.) – 7/5/1969

 

Epílogo (1969)
Ganimedes – “Os pensamentos pastam na verdura” – 1969